Em fevereiro de 1986, Artur Maroja inaugurou o Solar Porto de Galinhas, tornando-se o primeiro hotel de uma pequena vila de pescadores no litoral sul de Pernambuco. Naquela época, visitantes chegavam apenas para passeios de um dia e voltavam ao Recife ao entardecer.

A decisão de investir na permanência dos turistas transformou a dinâmica da região. O hotel estimulou o comércio local, atraiu novos investimentos e ajudou a estruturar a cadeia produtiva do turismo em Porto de Galinhas.
Nos primeiros anos, o público vinha do Recife. Com o crescimento do destino, turistas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul passaram a frequentar o hotel. Depois vieram visitantes da Argentina, Portugal, Chile, Uruguai e Paraguai.
Porto de Galinhas hoje

Quatro décadas depois, o destino recebe 1,2 milhão de turistas por ano, com permanência média de 5,3 dias e cerca de 20 mil leitos disponíveis. Porto de Galinhas venceu por dez vezes consecutivas o prêmio de Melhor Praia do Brasil pela revista Viagem e Turismo.
Em 2023, a Booking.com reconheceu o destino como um dos mais sustentáveis do país. No mesmo ano, Porto de Galinhas ocupou a 8ª posição global no Traveler Review Awards, único representante brasileiro no ranking. A praia de Muro Alto entrou para a lista das 25 melhores praias do mundo em 2024 e 2025.
Estrutura consolidada

O Solar opera hoje com 140 acomodações em terreno de 8 mil metros quadrados. O hotel mantém o perfil “pé na areia”, próximo à vila, com foco em lazer e hospitalidade.
“Crescemos junto com o destino e continuamos acreditando no seu potencial para as próximas gerações”, afirma Otaviano Maroja, diretor comercial do hotel.
Eduardo Tiburtius, presidente da Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas, reforça: o Solar ajudou a consolidar o destino como referência nacional e mundial em hospitalidade.


